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Uma célula por projeto
Cada projeto roda na própria célula de banco de dados: um processo PostgreSQL dedicado, seu próprio conjunto de armazenamento, suas próprias credenciais e seus próprios limites de CPU e memória impostos pelo sistema operacional. Não há banco compartilhado, esquema compartilhado nem partição por linha entre dois clientes.
Esse é todo o argumento de isolamento, e ele é deliberadamente sem graça. Um vizinho barulhento não consegue esgotar sua memória porque o limite não é compartilhado. Um bug na consulta de outro inquilino não alcança seus dados porque o processo não os enxerga.
Um repositório K/V recebe o mesmo tratamento: processo próprio, limite de memória próprio, armazenamento próprio e credencial própria. Ele não tem rota de rede para o seu banco de dados nem para a internet pública — só o endpoint autenticado chega até ele.